IBUTG – o que é?

IBUTG – Índice de Bulbo Úmido – Termômetro de Globo, é uma sigla muito conhecida entre os profissionais que estão, de alguma forma, ligados à indústria e engenheiros. Porém, muitas pessoas não conhecem essa sigla, e nem o que ela representa nesse meio. Mas trouxemos esse material justamente para te ajudar a compreender melhor do que esse índice trata e como ele é aplicado.

Em qualquer ambiente, a exposição a altos níveis de calor é um problema, contudo, dentro na indústria esse é um aspecto muito importante. Por contar com a utilização contínua de diversos equipamentos que atuam em altas temperaturas, é muito importante encontrar formas de garantir uma temperatura adequada para o bem estar e a produtividade dos funcionários atuantes.

Qual o impacto da temperatura do ambiente de trabalho?

Além do calor produzido pelo próprio corpo, os colaboradores estão sujeitos às fontes externas de calor. Quando o corpo não consegue realizar a troca de calor de forma adequada, a temperatura interna acaba ficando muito alta. Como reflexo, o corpo busca formas de reequilibrar essa temperatura, as veias se dilatam, mas nem sempre é o suficiente, o que causa algumas reações físicas:

• Surgimento de manchas e edemas;
• Exaustão física e mental;
• prostração;
• Câimbras;
• Possibilidade de desmaios;
• Hipertermia;
• Danos nas glândulas responsáveis pela produção de suor.

E foi para determinar se a temperatura dentro do ambiente de trabalho está adequada que foi criado o índice IBUTG. Para tal, ele leva em consideração diversos aspectos, como a temperatura, o calor radiante, a umidade do ar e a velocidade.

O cálculo do IBUTG

O técnico responsável pela medição pode utilizar:

Termômetro de globo;
Termômetro de mercúrio;
Termômetro de bulbo úmido natural.

Esse profissional ira aferir a temperatura no local de trabalho onde o trabalhador permanece por um maior período, e o equipamento é ajustada na temperatura mais alta atingida pelo corpo do funcionário, é utilizada a seguinte fórmula:

Em ambientes sem incidência de carga solar: IBUTG = 0,7tbn + o,3tg
Em ambientes com incidência de carga solar direta: IBUTG = 0,7tbn + 0,2tg + 0,1tbs

*Sendo tbn = temperatura de bulbo úmido natural, tg = temperatura de globo e tbs = temperatura de bulbo seco. O resultado ideal é IBUTG = 25.

Atingindo a temperatura ideal

Quando os resultados obtidos forem desfavoráveis, é necessário implementar protocolos de segurança para garantir uma temperatura mais adequada, como:

Sistema de ventilação geral diluidora: através da ventilação e exaustão mecânica, esse sistema proporciona um fluxo de ar contínuo e ajuda a reduzir o IBUTG.

Insuflador axial de telhado: esse equipamento insufla ar filtrado e limpo, e é composto de ventiladores, telhas, dutos, caixas de filtro, entre outras estruturas.

Caixa de distribuição de ar: ela permite uniformizar a distribuição de ar no ambiente, de forma a reduzir a temperatura e melhorar o conforto térmico para os colaboradores.

Ventiladores axiais: esses equipamentos fazem parte de um sistema completo de exaustão e ajudam a reduzir a temperatura do ar dentro da indústria.

Exaustores industriais: nesse caso, o exaustor realiza a substituição do ar que está com uma temperatura elevada, por um ar de melhor qualidade.

Esse índice é muito importante para a saúde dos trabalhadores, e a adequação deve ser uma prioridade para os gestores. Mais do que garantir a produtividade, é responsabilidade da empresa garantir um ambiente de trabalho seguro e confortável para os funcionários.

Como trazer mais sustentabilidade para a indústria?

Com o aumento da necessidade de preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, a sustentabilidade também se tornou uma pauta recorrente no meio industrial. Aliado a isso, o comportamento do consumidor também se transformou, colocando a preocupação com o meio ambiente como uma das principais prioridades no momento de optar por um produto ou serviço. Mas como trazer mais sustentabilidade para a indústria?

Quando falamos em sustentabilidade, é necessário pensar em três aspectos:

Aspecto social;
Aspecto econômico;
Aspecto ambiental.

Com isso, a empresa deve conseguir encontrar um ponto de equilíbrio entre esses três fatores e aquilo que é mais importante dentro de um negócio: a lucratividade. Porém, mesmo que em um primeiro momento pareça um desafio, investir na sustentabilidade pode trazer muitos benefícios para a empresa e o meio ambiente.

Para te ajudar, preparamos algumas dicas que podem ser implementadas na sua indústria:

Tratamento químico e de esgoto

Dependendo do ramo e das matérias-primas manipuladas, os processos industriais incluem a utilização de determinados produtos químicos que podem ser muito prejudiciais para o meio ambiente. O não tratamento de esgoto, além de causar um grande impacto na natureza, também pode fazer com que a empresa sofra sanções junto aos órgãos governamentais.

Para solucionar esse problema, é importante estabelecer um sistema de tratamento de esgoto que ajude a evitar que os químicos utilizados cheguem sem tratamento ao meio ambiente.

Reutilização da água

O nosso país é muito rico em água doce, o que, infelizmente, criou uma cultura de desperdício que é muito difícil de combater. Embora sejamos uma referência quanto à disponibilidade desse recurso, é muito importante lembrar que ele não é ilimitado, e cabe a nós estabelecer processos que viabilizem a reutilização da água.

Principalmente dentro da indústria, o consumo de água é desenfreado e os índices de desperdício são altíssimos, cabendo aos gestores, estabelecer estratégias de reutilização de água, trazendo mais sustentabilidade na indústria.

Aproveitamento de recursos

Uma outra forma de trazer mais sustentabilidade para a indústria é através de um aproveitamento mais inteligente da matéria-prima utilizada nos processos. Assim como a água, os recursos utilizados também não devem ser desperdiçados.

Além da sustentabilidade, outro benefício que esse melhor aproveitamento de recursos traz para a indústria é a economia nos custos produtivos. Quando melhor utilizado, o recurso disponível traz mais lucratividade para o negócio.

Reciclagem

Através da reciclagem, além de reduzir os custos, a empresa também consegue proporcionar uma maior manutenção ambiental. E isso vale desde a reciclagem de embalagem dos produtos utilizados nos processos, até os copos plásticos utilizados dentro da empresa pelos colaboradores.

 

Limpeza do ar

 

A remoção de resíduos tóxicos do ar é igualmente importante, pois além de garantir que partículas sólidas prejudiciais sejam liberadas no meio ambiente, ela tambem ajuda a proteger a saúde dos colaboradores.

 

Criação de padrões ambientais

Mesmo que a sustentabilidade deva ser parte de um consciente coletivo, a legislação brasileira também determina diversas especificações a fim de proteger o meio ambiente. É imprescindível que as indústrias se adequem a essas regras, não somente para proteger as suas atividades, como também para trazer mais sustentabilidade para os seus processos.

Para tal, crie um protocolo de padrões ambientes a ser seguido por todos os colaboradores dentro do negócio.

Separação de materiais

Mesmo que não seja possível realizar a reciclagem dos materiais destacados, a indústria pode realizar a separação dos materiais de forma a trazer a destinação correta. Dessa forma, materiais nocivos, como produtos químicos, não serão coletados junto com o lixo comum, evitando a contaminação ambiental. Coletores de poeira e ciclones industriais poder ser valiosos aliados nesse sentido.

A sua indústria já segue alguma dessas dicas? Nunca é tarde para começar a se preocupar com o meio ambiente: as boas práticas podem começar agora mesmo!

Poeiras combustíveis: quais são os riscos?

Dentro dos processos industriais, é comum que sejam produzidos diversos tipos de resíduos, que além de poluir o meio ambiente, também podem prejudicar consideravelmente a saúde dos colaboradores e trazer diversos tipos de risco, como é o caso das poeiras combustíveis.

Assim como alguns insumos utilizados podem ser perigosos, também são os resíduos que restam do seu processo produtivo na indústria. Contudo, as poeiras combustíveis não são resultantes apenas de materiais perigosos, estando presentes na manipulação de madeira, produtos químicos, grãos, tabaco, especiarias, metais leves, entre outros.

Essa poeira pode se acumular em locais fechados, e causar explosões e incêndios com facilidade. Por esse motivo, esse tipo de resíduo deve ser encarado com seriedade e gerenciado da maneira correta, de forma a prevenir acidentes e garantir a segurança de todos.

Quais os riscos dessa poeira?

Como vimos, por mais simples que possa parecer, a poeira combustível pode ser altamente explosiva, que além dos danos aos equipamentos, colocam em risco a saúde e a integridade física de todos os funcionários. Dentro da indústria, ela pode se apresentar de duas formas distintas:

A poeira que se deposita no chão, escadas e superfícies;
A poeira que fica suspensa no ar, que além de aumentarem o risco de explosões, também pode ser inalada e causar diversos problemas de saúde.

Esse tipo de poeira, ao entrar em contato com superfícies aquecidas ou com uma fonte de ignição chamas ou faíscas), causa uma grande explosão, que, dependendo da quantidade de poeira no ambiente industrial, pode se expandir com rapidez. Isso significa que, quanto mais poeira combustível estiver no ambiente, maior será a explosão causada.

Processos que são impactados pelas poeiras combustíveis

Dentro do ambiente industrial, são muitos os processos que podem ser afetados pelas poeiras combustíveis, como:

Manipulação de matéria-prima;
Corte;
Trituração;
Fresagem;
Serragem;
Polimento;
Transporte;
Entre outros.

Com isso, podemos ver que, dependendo do setor atuante da indústria, muitos (ou todos) os processos podem ser afetados pelas poeiras combustíveis. Por essa razão, elas representam um dos maiores problemas na gestão de segurança de uma empresa. A Norma NBR IEC 60079-10-2 traz normas e regulamentação específica sobre a presença de poeira combustível nesses ambientes.

Nessa norma, estão especificadas as zonas de risco de acordo com o alcance e a probabilidade de formação de nuvens de poeira. Essa classificação de áreas de risco deve ser feita por um profissional especialista e com a qualificação necessária para realizar a inspeção determinada pela norma, seguindo todos os seus critérios.

Aliado a isso, é muito importante que a empresa também estabeleça um protocolo eficiente para garantir não só a limpeza desses ambientes, como também a adoção de métodos que ajudem na coleta da poeira antes mesmo que ela seja emitida. Por um lado, a limpeza adequada ajuda na redução das partículas, mas uma ferramenta de coleta de poeira diretamente da fonte ajuda a reduzir consideravelmente os riscos trazidos por ela.

Dessa maneira, contar com um coletor de poeira é muito mais do que um investimento: é uma estratégia de segurança que visa a proteção do seu negócio e de todas as vidas que dele fazem parte, com o objetivo de remover resíduos e renovar o ar da indústria.

Transporte pneumático de partículas e pó para a indústria

O transporte pneumático de partículas e pó é fundamental para a exaustão e despoeiramento do parque industrial. É natural que dentro da indústria, os processos acabem gerando uma grande quantidade de resíduos e partículas. Estas, podem não só prejudicar os equipamentos, como também prejudicar a saúde dos colaboradores. Esse pó é decorrente da manipulação e modificação da matéria-prima para a fabricação de bens e produtos comercializáveis. 

 

Com a geração desses resíduos, surge a necessidade de contar com um sistema de despoeiramento é de extrema importância para acompanhar os processos industriais. Nesse sentido, é essencial encontrar uma empresa bem posicionada e preparada para fornecer a solução ideal que atenda à demanda da indústria.

 

Uma dessas soluções é o sistema de Transporte Pneumático de partículas e pó para a indústria, e é sobre isso que iremos tratar nesse artigo. Confira!

 

A geração de resíduos na indústria 

 

Assim como é importante proporcionar um ambiente limpo é essencial manter a saúde dos funcionários e garantir uma maior vida útil dos equipamentos. Além disso, contar com um sistema de remoção de resíduos ajuda a empresa no descarte correto desses rejeitos, o que é fundamental para a adequação às normas e leis ambientais.

 

Com relação aos resíduos gerados que ficam em suspensão no ambiente industrial, podemos classificar em:

 

Resíduos sólidos: nessa categoria podemos enquadrar a poeira química, fibras, fuligem, partículas, etc.

Resíduos líquidos: vapores e gases gerados pelos processos industriais.

 

Em ambos os casos é necessário contar com um sistema de exaustão capaz de remover esses resíduos do ambiente para que não causem problemas de saúde aos colaboradores e problemas aos equipamentos, principalmente as poeiras combustíveis.

 

O sistema de Transporte Pneumático de Resíduos

 

Podendo ser implementado em indústrias de diversos segmentos, esse sistema é formado por diversos componentes, como:

 

  • Dutos de ventilação: servem como conectores dos pontos de captação do ar no ambiente até os ventiladores;
  • Válvulas de vedação: garantem a continuidade da pressão dentro dos dutos;
  • Ventiladores: através deles o ar é movimentado, garantindo a ventilação do ambiente;
  • Transportador pneumático: realiza o transporte dos resíduos através de um sistema de propulsão e compressão à vácuo;
  • Filtros de ar: através desse sistema, é possível captar, barrar e separar as partículas coletadas, limpando o ar do ambiente.

 

O que um sistema de Transporte Pneumático de Resíduos oferece

 

O principal objetivo do transporte pneumático de partículas é evitar ou reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, garantindo uma empresa mais verde e sustentável. Além disso, ele busca e garante um ambiente mais saudável para os colaboradores, proporcionando melhores condições de trabalho e uma maior produtividade.

 

Esse equipamento representa uma solução inteligente e moderna para realizar a coleta das partículas emitidas durante o processo industrial. O coletor pneumático de partículas garante que os resíduos suspensos no ambiente não causem problemas aos colaboradores e nem aos equipamentos, que com o passar do tempo podem apresentar defeitos devido ao acúmulo de resíduos.

 

Essa solução é voltada para empresas de todos os ramos, e pode ser aplicada em equipamentos industriais como: cabines de pintura, máquinas de jateamento, entre outros.

 

A Brandt possui a solução ideal para realizar a captura, transporte e filtragem dos resíduos e poluentes emitidos durante o processo de produção e manuseio das matérias-primas. De forma otimizada e eficiente, o transporte pneumático de partículas está disponível para vários segmentos. Nós ajudamos no transporte de resíduos de maneira segura e proporcionando um ambiente mais saudável para todos.

 

Através de um sistema de filtragem compatível com as especificações determinadas pelas normas e leis de emissão de partículas, é possível garantir um ar mais limpo não só para a empresa, mas também para o meio ambiente.

 

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Exaustor axial ou radial (centrífugo), quais as diferenças e onde aplicar?

Dentro de um cenário de exaustão industrial, é importante entender que há diferentes cenários e necessidades. Neste sentido, é importante que o sistema de exaustão industrial seja feito de acordo com as características do ambiente. Um dos pontos mais importantes neste cenário, é a utilização de exaustores adequados. E usar o exaustor axial ou radial corretamente, é muito importante. 

 

Neste artigo, iremos te mostrar as diferenças entre estes tipos de exaustores e suas aplicações mais adequadas. 

 

Exaustor axial ou radial, qual a diferença entre eles?

 

O primeiro ponto, é entender a diferença entre um exaustor e um ventilador industrial. Em termos mais simples e claros, o exaustor utiliza um método de sucção para coletar o material, enviando-o a um sistema de exaustão. 

 

Já o ventilador expele o material, enviando para o lado oposto. O ventilador industrial também é usado em sistema de exaustão. 

 

Perceba que o exaustor e o ventilador são praticamente a mesma solução, sendo diferente apenas a direção em que ele envia o ar.  

 

Tendo esta diferença clara, entramos em um outro ponto importante: a diferença entre o exaustor axial e o exaustor radial. 

 

Exaustor (ventilador) axial

Exaustor axial
Exaustor axial

 

O exaustor axial é utilizado para sistemas de exaustão onde a coleta das partículas e o envio das mesmas, é feita de forma retilínea. 

 

Ele é mais indicado para a troca de partículas de gases. Ou seja, ele é muito utilizado para fins de ventilação, retirada de fumaça, vapor ou outras partículas gasosas. No geral, a aplicabilidade depende de um fator importante: a circulação forçada de ar e de gases. Ele pode ser integrado ou não, a um sistema de exaustão.  

 

Sua aplicação, em um sistema de exaustão, depende muito da atividade da empresa e das suas particularidades, pois ele acaba sendo limitado pela pressão estática do exaustor axial.

 

Conheça nossa linha de exaustores axiais

 

 

Exaustor (ventilador) radial ou centrífugo

exaustor radial centrífugo
exaustor radial centrífugo

 

 

Por sua vez, o exaustor radial, ou também conhecido como centrífugo, é usado em ambientes onde há a necessidade da movimentação de ar, com ou sem partículas. 

 

Uma característica importante do exaustor centrífugo é que ele tem particularidades quanto a pressão e a vazão de ar e partículas a serem deslocadas. 

 

Há diferentes produtos neste sentido e cada cenário, exige uma avaliação mais detalhada de qual a melhor solução. 

 

O exaustor radial pode ser usado em indústrias que tenham a necessidade da retirada de partículas do ar, como madeireiras, indústrias químicas, do setor textil, metal mecânico, de biomassa e outros. 

 

Além disso, em projetos em que há uma demanda de equipamentos com pressão estática maior, o exaustor radial é a escolha adequada, pois sua configuração, permite um bom funcionamento nesta realidade. 

 

Conheça nossa linha de exaustores (ventiladores) radiais

 

Tipos de acionamento dos exaustores axiais ou radiais

 

Outra características importante a ser destacada, é que os exaustores ou ventiladores, sejam eles axiais ou radiais, podem ser acionados por motores de diferentes formas. 

 

Existe o acionamento direto, onde um motor aciona diretamente as hélices do exaustor e existe também o acionamento indireto, onde o acionamento se dá através de uma correia ou polia, ligada ao motor. 

 

Neste caso, a aplicabilidade de cada tipo de acionamento, acontece de acordo com a necessidade e a engenharia por trás do sistema de exaustão. 

 

Somos referência em exaustores axiais e radiais

 

A Brandt Máquinas conta com décadas de experiência em exaustão industrial e contamos com tecnologia de ponta para oferecer aos nossos clientes as melhores soluções. 

 

Nossos produtos de exaustão contam com o mais alto padrão de qualidade e são projetados para a realidade industrial do Brasil. 

 

Neste sentido, podemos ajudar sua empresa com sistemas completos de exaustão, que vão desde o planejamento, até a montagem e manutenção dos mesmos. 

 

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